Para Pacientes

Seu DNA pode influenciar não só a dor, mas também o quanto você responde ao tratamento

Quando falamos em dor orofacial, não estamos falando de uma experiência igual para todo mundo. Duas pessoas podem ter o mesmo diagnóstico, usar a mesma medicação e ainda assim apresentar respostas completamente diferentes.

Parte dessa explicação pode estar na genética: pequenas variações no nosso DNA podem interferir na forma como percebemos a dor, na intensidade da inflamação e até na velocidade com que metabolizamos determinados medicamentos. Genes como o COMT, relacionado à modulação da dor, e o CYP2C19, envolvido no metabolismo de fármacos, são exemplos de como essa influência acontece na prática.

Isso ajuda a entender por que alguns pacientes melhoram rapidamente, enquanto outros precisam de ajustes, associações terapêuticas ou estratégias diferentes.

Referência: Caderno SBDOF número 13
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